O delegado da Polícia Civil do Pará, Ronaldo Lopes de Oliveira, natural do Piauí, está desaparecido desde a última segunda-feira, 1°. O caso mobiliza forças de segurança de dois estados e tem como um dos principais focos de investigação a zona rural de Teresina, onde há indícios de que ele possa ter passado após deixar o território paraense.
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| O delegado Ronaldo Lopes de Oliveira, natural do Piauí, está desaparecido desde a última segunda-feira, 1°/Reprodução |
Segundo informações apuradas pelas autoridades, Ronaldo saiu de Castanhal, no Pará, com destino ao município de Igarapé-Açu, onde buscaria a filha. No entanto, ele não chegou ao local previsto e não manteve mais contato com familiares ou colegas de trabalho, o que levou ao registro de seu desaparecimento.
As investigações apontam que, antes de desaparecer, o delegado realizou a venda do próprio aparelho celular. Paralelamente, equipes policiais passaram a monitorar o trajeto percorrido pelo veículo conduzido por ele. Registros obtidos durante as diligências indicam que o automóvel passou por cidades localizadas entre os estados do Pará e Maranhão, incluindo abastecimentos em postos de combustíveis ao longo do percurso.
O rastreamento também revelou que o carro transitou por municípios piauienses e chegou a circular por Teresina. O veículo foi localizado posteriormente na zona rural da capital, trancado e sem sinais do paradeiro do delegado. No interior do automóvel, os investigadores encontraram o colete balístico utilizado por ele.
Uma das linhas de apuração considera a possibilidade de Ronaldo Lopes ter seguido para a região do povoado Santa Luz, na zona rural de Teresina. O local possui ligação familiar com o delegado, já que abriga uma propriedade que pertenceu ao seu avô materno e onde ele costumava frequentar durante visitas ao estado.
As buscas são conduzidas pela Delegacia de Desaparecidos do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio das polícias civis do Piauí e do Pará. Equipes realizam levantamentos em áreas urbanas e rurais na tentativa de reconstruir os últimos passos do delegado e localizar possíveis testemunhas.
Familiares também colaboram com as buscas e divulgaram informações sobre o desaparecimento em redes sociais e aplicativos de mensagens. Segundo relatos repassados às autoridades, Ronaldo enfrentava um quadro de depressão e já havia se afastado temporariamente das atividades profissionais para tratamento, retornando ao trabalho no início deste ano.
No momento do desaparecimento, ele utilizava farda da Polícia Civil do Pará e portava arma institucional e colete balístico. Até o momento, seu paradeiro permanece desconhecido. Com informações do Portal Conecta Piauí










