Em Parnaíba, no litoral do Piauí, a paixão por animais pouco convencionais chama a atenção. Antônio Filho cria cobras há vários anos e afirma ter desenvolvido uma relação baseada em respeito, cuidado e conhecimento sobre os répteis.
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| O veneno da cobra cipó geralmente não tem potência letal para humanos, mas a mordida pode causar dor local, inchaço e vermelhidão/Reprodução |
Para o criador, as cobras não devem ser vistas apenas como animais perigosos. Segundo Antônio, conhecer o comportamento das espécies é fundamental para entender suas reações e evitar situações de risco.
“Eu não vejo maldade nesses animais”, explica Antônio Filho.
Ele destaca ainda que, em muitas situações, a cobra pode reagir quando se sente ameaçada, acuada ou em perigo. Por isso, na avaliação do criador, a convivência com esses animais exige atenção, responsabilidade e conhecimento.
A experiência adquirida ao longo dos anos fez com que Antônio desenvolvesse uma forma própria de lidar com as cobras. Para ele, o respeito aos limites dos animais é um dos principais fatores para uma criação responsável.
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| A jibóia não é peçonhenta, mas exige cautela e manuseio especializado devido à força e ao tamanho avantajado/Reprodução |
A história do morador de Parnaíba desperta curiosidade e apresenta um lado pouco conhecido da relação entre seres humanos e animais considerados perigosos, além de reforçar a importância de conhecer os hábitos e o comportamento das diferentes espécies. Com informações do Portal Infocopiauí


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