A Polícia Federal desencadeou a Operação Açougue contra o
tráfico de drogas no Piauí e 10 pessoas foram presas. A maior parte do trabalho
foi realizada em Parnaíba, no Litoral piauiense. O principal alvo do trabalho
era o proprietário de um açougue da cidade, que originou o nome da operação.
Além do comerciante, outras nove pessoas foram presas no estado. A operação
também acontece em Goiás e no Distrito Federal.
Imagem ilustrativa
Foi apreendida mais de um tonelada de entorpecentes, entre
maconha e cocaína, desde quando o processo de investigação iniciou. A droga
saía de Caldas Novas (GO), com destino aos demais estados da federação.
De acordo com a Polícia Federal, foram cumpridos nos três
estados, 14 mandados de prisão, 15 de busca e uma condução coercitiva. A ação
aconteceu também no estado do Goiás, nas cidades de Anápolis, com duas prisões,
e Caldas Novas, onde há um mandado a ser cumprido. Em Ceilândia, no Distrito
Federal, foram cumpridas duas prisões.
O delegado da Polícia Federal em Parnaíba, Marcos Roberto,
informou que o trabalho de inteligência vem sendo realizado desde o ano passado
e os entorpecentes tinham como destino final o estado da Bahia.
"Essa operação começou ainda em 2014. O nome Açougue
deu-se em virtude de o principal acusado ser comerciante e proprietário de um
açougue em Parnaíba, que vendia os entorpecentes. Durante a investigação foi
apreendida mais de uma tonelada de drogas. Tivemos ainda uma prisão em
Teresina", disse o delegado da Polícia Federal.
Ainda de acordo com o delegado Marcos Roberto, foram
apreendidos somente na operação deflagrada nesta quinta-feira, 730 kg de
maconha e cocaína. Os entorpecentes tinham como destino final a cidade de Parnaíba
e região do Litoral do Piauí.
A ação envolve cerca 90 policiais federais do Piauí,
Maranhão e Ceará. Todos os presos foram autuados por tráfico de drogas, lavagem
de dinheiro e organização criminosa. A pena, segundo a PF, pode chegar a 15
anos em regime fechado.
Franzé Silva, secretário de Estado da Administração e Previdência (SeadPrev)
Com 47,22% da Receita Corrente Líquida (RCL) comprometido
nos gastos com o funcionalismo público, o Piauí ultrapassou o limite prudencial
(46,17%) estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). É um reflexo
das dificuldades provocadas pela crise econômica que o País atravessa,
combinadas com a perda de arrecadação e a regularização de leis de planos de
cargos dos governos anteriores pagos na atual gestão.
Segundo o secretário de Estado da Administração e
Previdência (SeadPrev), Franzé Silva, os números são limitantes. Cada vez que o
Estado ultrapassa o limite imposto pela lei 101/2000, fica legalmente impedido
de conceder aumento salarial, criar cargos, contratar pessoal e horas-extras.
Para ajustar os gastos da folha, foi enviado circular, na
quarta-feira (2), para todos os gestores estaduais pedindo a racionalização dos
gastos. "Esse cenário fiscal restritivo que está posto para o País precisa
ser enfrentado com metas bem estabelecidas. Por isso, estamos pedindo
procedimentos e rotinas eficazes, focadas no combate ao desperdício e na
otimização do gasto para evitar mais problemas", comentou Franzé.
A Lei de Responsabilidade Fiscal concede dois quadrimestres
para o Estado reequilibrar suas contas. Se não conseguir baixar os gastos até o
Limite Prudencial, ficam suspensas as transferências voluntárias da União para
o Estado e vetadas operações de crédito. " Precisamos enfrentar esse
cenário com muita cautela e planejamento, dialogando com as categorias, para
que busquemos entendimentos nas demandas que impactem em aumento salarial, ora
proibidas pela lei", alertou o secretário.
De acordo com o gestor, ações estão sendo desenvolvidas no
intuito de reduzir o comprometimento das finanças com a folha de pagamento.
“Têm muitas medidas de racionalização da folha que estamos adotando. Estamos
com uma lupa na folha de pagamento", garantiu Franzé.
Medidas de eficiência na gestão da folha de pagamento estão
sendo adotadas pela SeadPrev, tais como cruzamento de folhas de pagamento com
outros órgãos, recadastramento de contas salariais e a implantação do ponto
eletrônico, integrado com a folha de pagamento. "São medidas que buscam a
moralização do serviço público, a eficiência, a melhoria do atendimento à
população e ao mesmo tempo trará economia que ajudará na readequação do Estado
ao limite legal da folha no parâmetro da LRF", acrescentou o secretário da
Administração.
O perigo de derrota de candidatos ligados ao Governo em
Parnaíba, um dos quatro mais importantes municípios do Estado, tem levado o
Palácio de Karnak a ampliar seu campo de articulação política visando encontrar
candidatos que alterem o quadro.
A maior preocupação do Palácio de Karnak com Parnaíba, é que
o prefeito Florentino Neto (PT) é organizado, apresenta projetos, mas não teria
conquistado a simpatia da maioria dos parnaibanos.
O governo, apesar de o prefeito Florentino Neto ser filiado
ao PT, prefere como candidato o ex-prefeito Zé Hamilton (PTB), dono de grande
popularidade e muito querido pelo parnaibano.
Zé Hamilton (PTB), dono de grande popularidade e muito querido pelo parnaibano
Wellington Dias reuniu Zé Hamilton, Florentino Neto e o
deputado estadual Hélio Oliveira, o Dr. Hélio, e pediu que os três entrassem
num acordo, na esperança de que o bom senso prevaleça e o trio chegue à
conclusão de que Hamilton é o melhor.
parnaibapontocom com informações de Petrus Evelyn e Carlos Eugênio
O prefeito do município de Ilha Grande, Herbert Silva
(PMDB), declarou à equipe do 180graus, que seu nome está colocado como
pré-candidato à Prefeitura da cidade, apesar das supostas cogitações que ele
não seria candidato.
“Essas cogitações são totalmente falsas, eu sou
pré-candidato e quero continuar trabalhando pela cidade”, afirmou o prefeito.
De acordo com Herbert, apesar de ser do PMDB, ele continua
com uma forte parceria com o governador Wellington Dias, que é do PT.
“As divergências à nivel nacional entre PT e PMDB não
afetaram as relações aqui na cidade, o governador continua apoiando os projetos
no município”, declarou.
O atual vereador Edmar (PR) é o nome mais cogitado pra ser o
pré-candidato a vice-prefeito de Herbert.
Herbert Sousa, "o governador continua apoiando os projetos no município"
parnaibapontocom com informaçoes dePetrus Evelyn e Carlos Eugênio
Tererê afirmou que é pré-candidato a Prefeito de Parnaíba e tem apoio de Zé Filho.
O ex-deputado estadual Tererê (PSDB) afirmou que se mantem como pré-candidato a Prefeito de Parnaíba e tem como seu
principal apoio, o ex-governador Zé Filho (PPS).
“Eu só não tenho o apoio do Zé Filho se ele declarar que não
quer mais me apoiar, mas por enquanto, estamos juntos nessa pré-candidatura de
Parnaíba”, declarou.
Para o ex-parlamentar, Mão Santa não deveria se candidatar a
prefeito da cidade, mas aguardar as eleições para a Câmara Federal, pois, para
Tererê, Mão Santa serviria muito melhor para os interesses parnaibanos como
deputado federal.
Tererê atribui, principalmente, o crescimento de seu nome
nos favoritos pré-candidaturas na cidade de Parnaíba à desmoralização sofrida
pelo Partido dos Trabalhadores à nível nacional.
“O PT acabou. Não existe mais PT. Ele vai ter que mudar de
nome. Antes ninguém batia no Lula. Hoje em dia, caiu a máscara e eu, que sempre
fui contra o PT, posso afirmar que estava certo o tempo todo”, afirmou o
deputado.
Para Tererê, apenas ele e Zé Filho representam real oposição
do prefeito de Parnaíba, Florentino Neto (PT), os outros são apenas nomes que
não se oponham ao projeto do atual gestor.
O filme "Os sonhos de um sonhador – A história de Frank
Aguiar" finalmente chega ao circuito comercial nesta quinta-feira, 9,
ocupando salas de cinema em São Paulo, Teresina, Recife e Salvador, depois de
mais de seis anos de espera. Tendo sido filmada em 2009, essa cinebiografia mostra
a trajetória de Francineto Luz de Aguiar desde a infância até a consagração
como "o cãozinho dos teclados". Tanto atraso se deve, segundo o
diretor Caco Milano, ao fato de o filme ter sofrido preconceitos da própria
classe cinematográfica.
"Faltou grana para finalizar como eu queria e vivemos
também muito preconceito do meio. Não vou citar nomes, mas é de arrepiar.
Cheguei a ouvir que não me deixariam exibir o filme por ser a biografia do
Frank", garante o cineasta.
Antes de chegar ao circuito comercial, o filme ficou
esquecido por alguns anos até ser exibido no Cine PE de 2013.
Certamente o público-alvo do filme se identificará com a
história de luta, sorte, sonhos e artimanhas do artista que saiu da pequena
cidade de Itainópolis, no interior do Piauí, e partiu para São Paulo com o
desejo de gravar um disco e fazer sucesso nas rádios e na televisão, o que
conseguiu. Contando com narração do próprio Frank Aguiar, o longa-metragem
também é marcado por uma das últimas atuações de Chico Anysio e traz no elenco,
entre outros, Rosi Campos e Nelson Xavier. Para interpretar o artista foi
escolhido o jovem ator Gustavo Leão. "Ele é um ator muito bonito, com um
lindo sorriso. Um ator muito esforçado. Gosto do resultado. Quem conhece e
convive com o Frank sabe que ele fez um bom trabalho", justifica Caco.
O filme começa com o garotinho Francineto ficando tão
encantado com dois cantadores cegos que faziam maravilhas com o violão a ponto
de contar para o pai, Chico das Dores (Nelson Xavier), que deseja perder a
visão. A partir daí, ele se aventura a tocar na igreja, onde rapidamente se
identifica com o teclado, instrumento que o tornaria famoso. Aos quinze anos,
deixou a terra natal para estudar no curso de música da Universidade Federal do
Piauí (UFPI), em Teresina, contra a vontade do pai e da mãe, Zulmira (Rosi
Campos), que queriam vê-lo doutor.
É nesse momento que a música realmente fala mais alto na
vida de Frank Aguiar e ele passa a se dividir entre tocar na igreja e
acompanhar um músico da noite, o qual, numa certa ocasião, interrompe o show
para descansar e, numa das cenas mais bonitas do filme, o garoto tem a ideia de
inserir teclado no forró e, com isso, contagia todos os presentes. É quando
chega o momento de ele alçar voos maiores e partir para a carreira solo, na
companhia de outros dois músicos.
Com roteiro escrito por Caco Milano e Frank Aguiar, o filme
tem como seu ápice o encontro do músico, que se mudara para São Paulo em 1992,
com o empresário musical Alemão (lindamente interpretado por Chico Anysio), que,
quase sem querer, se vê diante de um cassete deixado por ele e se encanta com a
novidade que escuta, ou seja, forró tocado no teclado. A partir daí, Alemão
passa a se dedicar a carreira do novo artista e começa levando-o numa feira
popular, onde ludibriam alguns vendedores, convencendo-os a vender cópias do
tal cassete.
Outra ideia brilhante de Alemão é mostrá-lo para
contratantes de show, que oferecem para ele apenas a segunda-feira e criam o
apelido "cãozinho dos teclados". As apresentações passam a chamar
atenção ao ponto de, enquanto o empresário agenda um show no Nordeste, o
próprio Frank Aguiar marca para a mesma data uma apresentação no que é
denominado o programa mais popular da televisão. Para resolver o problema,
convencem um homem a alugar um jatinho para eles, recebendo depois do show. O
filme termina então no momento em que tudo dá certo e, finalmente, o forrozeiro
parte para a gravação do primeiro disco. O resto é a história que todo mundo já
sabe. "É a história da perseverança. Ele guerreou muito e conseguiu, mas
com muita labuta e muita fé", completa Caco.
Portanto, mesmo tendo sido vítima de preconceitos – os
mesmos que discriminam os artistas legitimamente populares como Frank Aguiar –,
o filme mostra a trajetória de um vencedor, sem cair na pieguice ou na
autoajuda e sem esconder as artimanhas que existem no meio artístico. Ao final,
a sensação que fica é que é possível, sim, realizar os sonhos, desde que se
tenha muita perseverança e criatividade. "Ele é um artista de massa que
ocupa um espaço curioso. O que me chamou muito a atenção foi um artista fora da
grande mídia vender o que ele vende, tanto de shows como de CDs", avalia.
E finaliza: "Acho que a massa tem o direito de escolher sua arte".
Acompanhe no vídeo matéria das gravações realizadas na Praia da Pedra do Sal
parnaibapontocom com informações de Petrus Evelyn e Carlos Eugênio
Barraqueiros da praia de Atalaia denunciam que a iluminação
pública é inexistente em um trecho da avenida da beira-mar, o que está
aumentando inclusive os casos de violência na região.
“Estamos pagando R$ 90 de iluminação pública e simplesmente
não tem luz. São cerca de 300 metros que ficam totalmente na escuridão, o que
tem aumentado a criminalidade à noite”, afirmou um barraqueiro que não quis se
identificar com medo de represálias da prefeitura.
O que mais chama atenção nesta história toda é que a
situação é a mesma, há muito tempo reportada pelo 180 e por dezenas de outros
veículos da região. Não muda! Não há um gestor que se coloque diante da sociedade
para resolver o problema de vez. Turismo é negócio, dá dinheiro e gera
arrecadação, os comerciantes da Atalaia sabem disto, mas estão sozinhos.
De acordo com o barraqueiro, ao ligar para a Prefeitura,
eles afirmam que estão aguardando um material necessário para a manutenção dos
postes – o problema é que a solicitação desse pedido à Prefeitura já ocorreu há
mais de 3 meses.
“São 3 meses que estamos na escuridão total. De onde está
vindo esse material, da China de camelo?”, denunciou o vendedor.
Vale lembrar que a situação da Praia de Atalaia não pode ser
isenta à Secretaria Estadual de Turismo, que parece só aparecer por lá na época
de férias, fim de ano e carnaval. Para o turista não basta. Turista quer praia
o ano todo. Mas no Piauí...
Outro problema recorrente é o não recolhimento do lixo nas
ruas da avenida principal da praia de Atalaia, o que faz com que os turistas
evitem o local.
“Eles vão para praias mais limpas, mais distantes. A Atalaia
é nossa principal praia e a sujeira tomou conta das ruas”, afirmou um dos
trabalhadores locais.
Num clima de simplicidade e descontração, marcado por muita
música e poesia, a Coordenação Regional 5 (CR-5), do Instituto Chico Mendes de
Conservação da Biodiversidade, em Parnaíba, no Piauí, promoveu nesta
quarta-feira (8) Café da Manhã Socioambiental para comemorar a Semana do Meio
Ambiente.
O evento serviu ainda de “esquenta” para a passagem da tocha
olímpica pela cidade, em especial pela Área de Proteção Ambiental (APA) do
Delta do Parnaíba, que ocorrerá na tarde de amanhã, quinta-feira, 9. Na manhã do
dia seguinte, sexta, 10, a tocha estará no Parque Nacional de Sete Cidades, em
Piracuruca, a pouco mais de 100 quilômetros de Parnaíba.
O Café Socioambiental, que teve início por volta das 8h30 e
ocorreu no pátio da sede da CR-5, sob a sombra das árvores e à beira do rio
Igaraçu, quinto braço do Delta do Parnaíba, contou com a presença de
representantes dos vários segmentos da sociedade local, envolvidos com a
questão ambiental.
Técnico Ambiental da Coordenação Regional do ICMBio, Fernando Gomes (Foto: Jornal da Parnaíba)
A Polícia Federal, através sua delegacia de Parnaíba, está
realizando a operação “Açougue” desde as primeiras horas desta quinta-feira (9)
com o objetivo de combater o tráfico de drogas na região, que inclui municípios
do Piauí, Ceará e Maranhão. Por volta das 7h30min já haviam sido efetuados 9 de
um total de 15 mandados de prisão por uma força tarefa comandada pela PF, da
qual fazem também parte as policiais civis e militares dos três Estados.
Entre os presos até o momento da edição desta matéria estão:
José de Sousa Carneiro, Antônio Carlos Santos Pereira, Vânia Maria de Oliveira
Carneiro, Flávio Antônio do Nascimento, Maria do Livramento Pinho da Silva. As
prisões decretadas a pedido da Polícia Federal incluem dois mandados em
Brasília (DF) e outros dois em Caldas Novas (GO).
A operação se chama açougue em referência ao principal alvo
da operação, o açougueiro José Carneiro (Zezim).
Uma avaliação feita pelo Ministério Público Federal,
divulgada nesta quarta-feira (08/06), mostra o Índice Nacional de Transparência
das cidades e estados brasileiros. O Piauí, no ranking geral, ficou em 17º, e
entre seus municípios, apenas quatro obtiveram nota máxima na avaliação, que
vai de 0 a 10: Parnaíba, Esperantina, Piracuruca e São Lourenço do Piauí.
Na primeira avaliação, divulgada em 9 de dezembro de 2015,
Esperantina obteve 5,9, Parnaíba 4,7, Piracuruca obteve um índice de 7,4,pontos, e São Lourenço zero. Teresina, com um
índice de 6,9, na primeira avaliação e 6,2 na segunda, ficou apenas na 71ª colocação,
entre os 224 municípios. 52 cidades obtiveram zero na avaliação.
A avaliação dos municípios foi baseada na Ação nº 4/2015, da
Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Enccla), que
considerou as principais exigências legais e boas práticas de transparência.
Os critérios são: informações sobre transparência na
internet; ferramenta de pesquisa para o acesso às informações; receitas;
despesas; íntegra de editais de licitação e seus resultados; prestação de
contas; gravação de relatórios em diversos formatos; possibilidade de entrega
de pedido presencial; pedido em formato eletrônico; acompanhamento das
solicitações; estrutura organizacional; endereços, telefone e horários de
atendimento; remuneração individualizada de servidores; diárias e passagens.